Semana passada recebi meu Netbook, um Asus Eee PC Seashell 1008 HA que comprei pelo Mercado Livre, a configuração padrão dele é processador Intel Atom, 1GB de RAM e 160 de HD, mas no meu caso eu comprei com 2GB de RAM, as configurações adicionais você pode ver na página do produto.
Minha idéia inicial era rodar Ubuntu nele e ter o Windows apenas para fins de garantia em ambientes hostis ao Linux
e para compartilhar coisas com o XBOX 360, mas fuçando por aí comecei a descobrir uma série de sistemas operacionais para Netbooks e fiquei curioso para ver o que eles ofereciam.
O primeiro SO que eu tentei foi o Moblin, que tem uma interface bacana, uma proposta bem diferente de usabilidade, instalação rápida e sem problemas, mas ainda é beta demais pra mim. Ele traz como proposta principal a integração com os serviços online como Twitter e Last.FM, mas peca por falta de opções no browser, que é próprio e a integração com os serviços ainda é limitada.
Depois foi a vez de experimentar o Ubuntu Netbook Remix, que é uma distribuição baseada no Ubuntu 9.04 (Jaunty Jackalope) específica para usuários de netbooks. A instalação foi uma beleza, como é costume do Ubuntu, mas ao abrir o sistema a placa de rede e o wirelles não funcionaram.
Como tenho uma placa wirelles USB em casa, consegui instalar uma atualização que fez o 1008 HA voltar a ter conexão, mas depois do update o Ubuntu começou a zuar, não exibia os menus para navegação, não consegui resolver e perdi a paciência com a falta de alguns drivers. Então parti para uma solução que parecia ser a ideal!
Existe outra distribuição de Ubuntu exclusiva para linha Eee PC, o Eeebuntu que promete resolver esses problemas de suporte para drivers específicos da linha Eee PC, então fui tentar mais essa e a instalação foi beleza, mas o problema com a placa de rede e o wireless aconteceu novamente e então desisti, por enquanto, de tentar colocar o Ubuntu no Netbook. Pelo menos enquanto o 1008 HA não aparecer na lista de máquinas suportadas pelo Ubuntu Netbook Remix.
Minha última tentativa foi a instalação do Windows 7. E não é que tudo funcionou! Que mudança né!?
Pois é, até tentei um OS de código aberto, mas o 1008 HA ainda não tá rolando suave neles e o Windows reconheceu tudo sozinho, não precisei instalar nenhum driver e a rede estava funcionando, a placa de vídeo reconhecida e todos os drivers rodando sussa, inclusive os efeitos aero habilitados e talz.
O único trabalho que eu tive foi para instalar o Windows 7 a partir do pen drive, mas foi fácil criar o pen drive de boot e depois disso a instalação foi rápida e sem problemas.
Ainda vou instalar Ubuntu nesse netbook, pois é bem mais leve que o Windows 7, vai consumir menos bateria e para minhas intenções de voltar a programar, aprender linguagens novas e talz, o Ubuntu se encaixa melhor.
Acredito ser questão de tempo até esses problemas de compatibilidade serem resolvidos, pois ao que parece, a versão 9.10 do Ubuntu (Karmic Koala) está com compatibilidade melhorada e suporte nativo a placa wireless, que é o maior problema da versão atual.
Nós últimos meses o Twitter vem sendo o assunto do momento, em março foi capa da revista Época, em abril protagonizou a batalha por um milhão de seguidores entre Ashton Kutcher e a CNN, além da presença de Evan Williams no programa da Oprah, que fez a própria também criar seu perfil no Twitter e começar a fazer suas atualizações de até 140 caracteres.
Nos últimos dias a moda parece ser a negação do potencial sucesso, dizer que o Twitter é confete, que não retém os usuários, que é só uma modinha passageira.
Hoje, lendo mais um notícia dessas sobre a baixa retenção de usuários pelo Twitter, me lembrei do Gartner Hype Cycle de 2008, que trazia o microblogging e fui dar uma olhada em que posição ele estava.
É interessante observar como a ótica do Hype Cycle parece estar sendo totalmente acertiva. Quando esse Hype Cycle foi publicado, em julho de 2008, o microblogging, leia-se Twitter, estava na ascendente e agora acredito que esteja no topo, sofrendo todo tipo de pressão que essa posição merece.
Essa baixa retenção de usuários e todos comentários que isso vem gerando, provavelmente já são o início da desilusão, que de acordo com o Hype Cycle, toda tecnologia emergente sofre.
Dessa polêmica toda, com o patrocínio da Telefonica em posts do Twitter do Marcelo Tas o que fica é a discussão e a reflexão, mais uma vez, sobre posts pagos.
Minha opinião é que o Marcelo Tas e qualquer outro façam o que acharem melhor para o bolso e para imagem deles, se alguém não é simpático a idéia que ele poderá eventualmente ter alguma postagem paga no Twitter, tem a total liberdade de parar de segui-lo. Como bem disse o Cris Dias, O botão unfollow é a serventia da casa.
O que eu acho meio torto nesse lance todo é a estratégia da Telefônica, porque o Twitter é um canal onde trafega um público que não tem muita simpatia por ela.
Primeiro a Telefônica precisa limpar a barra dela com o público, começar a atender as reclamações, sair das primeiras posições da lista do PROCON, treinar melhor seus atendentes, parar de ligar às 8h da manhã de sábado para vender porcarias e então, só depois de fazer todo esse dever de casa, partir para pegar carona na credibilidade de profissionais e/ou celebridades.
Se a estratégia da Telefônica continuar sendo essa, eles só estarão arranhando a superfície do que é trabalhar com mídias sociais e continuarão sendo criticados por todos os lados, pois mesmo o Tas sendo uma figura importante, dentro do Twitter ele vai ser uma voz falando bem (ou não) do Speedy #Xtreme no meio de muitas outras falando mal.
O YouTube é um fenômeno de popularidade no mundo todo e no Brasil não é diferente, sua audiência massiva transforma o site num dos concentradores de tráfego da Internet brasileira e essa audiência, aliada às ferramentas de publicidade oferecidas, transformam o YouTube num veículo fundamental para ações de publicidade online.
No começo do ano a notícia que o YouTube recebe mais buscas que o Yahoo, confirmou definitivamente o YouTube como um site diferente daquele repositório de vídeos engraçadinhos e banalidades, como era considerado há um tempo atrás. Ultimamente o YouTube vem se tornando um site onde se pode encontrar conteúdo de qualidade para interesses diversos, desde como instalar e configurar o Apache até aulas de Crochê.
O fluxo principal de audiência continua sendo gerado através dos vídeos de entretenimento, mas com o amadurecimento das ferramentas do YouTube, a qualidade e diversidade desse material também vêm amadurecendo e tornando o ambiente mais favorável à utilização do site como veículo de publicidade interessante para as marcas na comunicação online.
Vídeos de comediantes, clipes de bandas, vídeos indicados pelos amigos, são somente alguns dos motivos que levam as pessoas ao YouTube e assim que elas chegam por lá, um vídeo leva ao outro e o tempo gasto pelo usuário navegando no site é acima da média, o que favorece a comunicação dos anunciantes e a interação do público com as campanhas.
O YouTube é um veículo de mídia novo e a sua utilização pelas marcas ainda deve evoluir muito em formato e linguagem, para que ele seja capaz de gerar, cada vez mais, novas oportunidades de se comunicar e dialogar com o público.
Para ver mais detalhes da pesquisa realizada pelo próprio Google Brasil, que estudou o comportamento dos usuários do YouTube e conhecer as oportunidades de mídia dentro do site, assista aos vídeos abaixo ou a playlist do evento do YouTube e acompanhe o canal do Google Brasil no YouTube.
Recebi esses dias, de presente da assessoria de imprensa deles, um exemplar da revista myWAVE, que pelo que percebi, tem a intenção de trazer novos ares sobre as publicações voltadas para o público jovem em idade universitária.
Admito que ainda não li inteira, porque não consigo ler revista nenhuma de uma vez
e dificilmente as leio inteiras, só quando interessa muito e a myWave está agradando, com visual e conteúdo bacanas.
Numa primeira impressão é impossível não notar a semelhança com a Revista TRIP, mas a myWave tem uma pegada mais leve e menos papo cabeça.
Gostei da abordagem diferente para alimentar a revista de conteúdo produzido em parceria com o público, como o Papo de Buteco, onde transcreveram um bate-papo de 5 universitários sobre carnaval.
Legal também o texto do correspondente internacional, que nesta edição é escrito por Marina Guise, uma brasileira que mora na Dinamarca e conta um pouco sobre a cultura de lá.
Se você se interessou, o site da revista é o wavemag.com.br, onde há conteúdo extra no mesmo estilo editorial da edição impressa.
Para ver como está a edição impressa e poder ler as matérias na íntegra o endereço é wavemag.com.br/revista_online, porém recomendo baixar a versão em PDF, que está melhor pra ler.
Um cliente que trabalha numa grande agência me perguntou essa semana: “Com o lançamento do Google Ad Planner, o cliente vai se sentir mídia tb? O mídia vai ter mais ou menos valor?”.
Eu imagino que o Ad Planner terá uma atuação semelhante ao que há hoje no AdWords, ou seja, qualquer cliente pode ir lá, criar um conta, sair comprando palavras, gastando e dando dinheiro pro Google. Essa é a intenção do Google, facilitar as coisas para que mais gente utilize as ferramentas dele, os trocados que ele consegue captar com dessa massa de usuários é que fazem os bilhões que o Google tem.
A utilização eficiente, focada em resultados e que administra grandes verbas de mídia, demanda de profissionais mais especializados, com conhecimento técnico, visão de mercado e familiaridade com as ferramentas, para que possam ser extraídos os melhores resultados.
Nesse novo cenário que o Ad Planner pinta, o profissional que é bom vai ter mais uma ferramenta para agregar no seu trabalho e então ganhar tempo.
A parte que pode feita pelo Ad Planner já estará pronta e ele poderá utilizar o seu tempo para melhorar qualidade do trabalho intelectual que só pode ser feito por uma pessoa, agregando o seu feeling pessoal e sua experiência para definir as melhores estratégias de mídia.
Agora aquele cara que fica só no feijão com arroz, que todo plano de mídia que ele faz é a mesma coisa, esse Mídia não está fazendo o seu trabalho realmente e pode facilmente ser substituído, até com melhores resultados, por ferramentas automáticas como o Ad Planner.
Li agora pouco no blog do Pedro Doria uma mini entrevista com o Evan Willams, criador do Twitter.
O post em si não tem nada de surpreendente ou novo, mas o interessante foi observar os comentários.
Como o Pedro Doria atinge um público muito mais amplo do que os geeks, os comentários servem pra dar um choque de realidade em quem acha que o Twitter é popular porque a nossa galerinha está lá.
No mundo externo à nossa realidade geek
, o usuário comum ainda não entendeu muito bem pra que serve o Twitter, até mesmo porque ele não tem uma única utilidade, elas são várias e cada um se utiliza dele de maneira individual.
Algumas das utilidades que eu vejo para o Twitter são:
- Comunicar-se com amigos e família. Pílulas de 140 caracteres do seu dia-a-dia podem deixar você muito mais próximo dos seus amigos do que você imagina.
- Ficar antenado no que acontece. Pra quem sabe identificar tendências o Twitter é um prato cheio!
- Buscar informação/indicação. Sabe aquela dúvida que nem o Google responde? Coisas tipo “studio de fotos em Curitiba“, se você tem uma rede de seguidores legal isso é resolvido em minutos.
- Fazer invejinha
. A realização de poder contar pra todo mundo, no mesmo instante, que você conseguiu o ingresso VIP pro show, que seu time foi campeão, que você ganhou na loteria…
O usuário que se propuser a entrar no Twitter tem que escolher qual ou quais desses caminhos vai seguir e experimentar a ferramenta, aprender como ela funciona e se envolver na comunidade que já existe por lá.
Mas uma coisa temos que admitir: pra “se achar” dentro do Twitter, o usuário normal precisa de um esfoço maior do que ele está acostumado, pois a maneira que a ferramenta se apresenta quando você acaba de criar uma conta é um tanto desestimulante e as ferramentas de busca de amigos e mensagens ainda deixam a desejar.
Tornar a ferramenta mais amigável e prática para os usuários normais, deve ser o maior trabalho da equipe do Twitter atualmente, mas aí é que surge a pergunta: Será que daqui um tempo o Twitter será tão fácil de usar e popular que estará cheio de miguxos?
Se você continua sem saber pra que serve o Twitter, a explicação mais legal e simples que poderá ter é a do sempre ótimo Common Craft.
Se quiser aparecer por lá, o link do meu Twitter é mcapucci.
Nesse post anterior aqui no blog falei sobre quanto cobrar por um site, com algumas dicas de como o prestador de serviço pode chegar num preço que valha a pena para ele trabalhar e que o cliente consiga saber o que está comprando, hoje vamos para o outro lado do balcão, falar sobre como escolher um bom fornecedor.
A primeira coisa a fazer para encontrar um bom fornecedor é você saber muito bem o que está querendo comprar.
Ligar ou mandar e-mail para uma dúzia de empresas dizendo simplesmente “Quero um site!”
, vai fazer você ter uma dúzia de orçamentos, porém eles terão uma variação tão grande de preços, qualidade da proposta e nível de entendimento da sua necessidade, que provavelmente vão te deixar mais confuso do que te ajudar a escolher o fornecedor.
Para você poder definir bem o que está querendo comprar, o ideal é, antes de sair pedindo orçamentos por aí, criar uma documentação do seu projeto que seja capaz de delimitar o escopo e os requisitos que você precisa que sejam atendidos pelas propostas a serem enviadas pelos fornecedores.
Esta documentação do seu projeto pode ser criada por você mesmo, mas recomenda-se que seja feita por uma empresa de consultoria, que seja capaz de produzir uma documentação possível de ser compreendida por você e pelos fornecedores que irão apresentar orçamentos para desenvolver a solução.
Com este tipo de documentação pré-projeto, você pode realizar uma RFP e garantir que todas as empresas participantes da concorrência tenham uma visão mais objetiva do que deverá ser desenvolvido e conseqüentemente as propostas apresentadas por elas serão mais equivalentes, facilitando a sua escolha.
A eleição do presidente dos EUA é um evento diferente das eleições em qualquer outro país. A campanha é longa e dura uns 2 anos, o sistema de escolha é complexo e deixa o resto do mundo com cara de interrogação tentando entender, são apenas 2 partidos na disputa, o que dá um tom apaixonado nos defensores de ambos os lados e os gastos com propaganda são astronômicos, o que faz a campanha ter um toque de show business.
Acompanhando o noticiário ontem, quase todos falavam da quantidade recorde de eleitores que escolheram ir votar nesta eleição, que ganhou uma importância maior para os americanos e gerou uma mobilização quase apaixonada, com o sentimento da população de estar participando de um momento histórico, que toda eleição realmente é.
Essa mobilização se deve muito a estratégia de publicidade adotada pela equipe da campanha de Obama, que soube vender muito bem o candidato, se apropriando de temas comoventes e muito inspiradores.
A internet e outros meios da chamada, nova mídia, tiveram um papel fundamental e foram muito bem utilizados pela campanha de Obama e para perceber isso basta entrar nos sites dos candidatos, onde fica nítida a diferença a favor de Obama.
Conteúdo para celular, vídeos no YouTube, perfis em redes sociais, lojinha do candidato, tudo isso já na página inicial do site de Obama e no rodapé uma mensagem simples, mas emblemática da diferença na mensagem dos candidatos: “POWERED by HOPE and SUPPORTERS LIKE YOU”.

No site de McCain um trabalho sem poder de envolvimento apenas com um vídeo do candidato, galeria de fotos e notícias, não muito diferente do site da reeleição de Bush em 2003 e no rodapé um simples “Paid for by McCain-Palin 2008″.
A campanha de Obama foi muito inteligente na estratégia online e buscou uma massa nova de eleitores, aqueles que não votavam porque não se sentiam parte daquele evento que tinha uma imagem meramente política e o direito cívico do voto não era bastante para convencê-los a sair de casa para votar. As ações da campanha de Obama levaram o candidato e a ação de votar a um patamar diferente para essas pessoas e fizeram elas se sentirem parte da mudança que foi conquistada.
Em resumo “O Negão já Abalou… Oba..Oba..Obama!
Como estimar o preço a ser cobrado pelos serviços de desenvolvimento de um site?
Essa é uma pergunta que a maioria das empresas, principalmente aquelas mais novas, devem se fazer, ainda mais num cenário como o atual, de concorrência acirrada e com grandes empresas atuando em todos os níveis de mercado, com preços cada vez mais competitivos.
Na minha visão a preocupação não deve ser com o preço que se cobra, mas sim com a qualidade daquilo que você é capaz de produzir e entregar, baseado na estrutura e metodologia que você já possui ou pretende construir.
Para se posicionar como um fornecedor de qualidade, comece criando um diferencial, vendendo um serviço de consultoria de internet, não um simples site.
Se você vender só o site e mais nada, a retenção de clientes será pouca e o nível de grana que você conseguirá cobrar será mais limitado, pois somente um site, sem nada agregado, seu cliente pode conseguir “de graça” com um pouco mais de esforço, partindo para soluções open source, templates prontos oferecidos por alguns hosts e claro, a ajuda de um sobrinho que acabou de fazer o curso de webdesign
.
Não se deixe vencer pela ansiedade do cliente, que vai querer um preço logo na primeira reunião ou até mesmo antes de conversar com você. Como já disse, invista num diferencial que você é capaz de entregar e coloque na cabeça que você vende um serviço, que tem inteligência, tecnologia, posicionamento, tudo isso empacotado no que o cliente chama de site, mas nós devemos chamar de solução.
Como já comentei antes aqui no blog, já foi o tempo que vender site era uma coisa simples, tudo isso porque os sites realmente relevantes hoje em dia não são uma coisa simples de se fazer. O resultado do trabalho pode ser algo simples e minimalista, mas para chegar nesse resultado, o trabalho por trás dessa decisão é extremamente estratégico e cheio de variantes.
Para chegar num preço justo, onde você sabe o que está vendendo e o cliente sabe o que está comprando, separe as coisas, faça primeiro uma etapa de definição de escopo, que é onde você e o cliente vão conseguir visualizar o produto final.
Para definição do escopo utilize os trabalhos de um arquiteto da informação, pelo menos pesquisa de ambiente e wireframes devem ser feitos por ele e com esse material, um analista de sistemas ou pelo menos um bom programador, terão bons argumentos para embasar suas decisões e estimar o esforço de desenvolvimento necessário (em horas de preferência), que te ajudarão a fechar o preço.
Essas são algumas dicas, a ponta do iceberg, para você minimizar os problemas gerados por falta de clareza na definição de escopo dos projetos, mas adianto que não servem de nada ações isoladas e fazer cada projeto do zero, para ganhar escala e conseguir melhorar seu processo a cada projeto entregue você vai precisar de uma metodologia de trabalho.
Uma busca no Google vai te dar várias respostas sobre como gerenciar projetos, quer algumas pra facilitar?
SCRUM, RUP, PMI, XP, são vendidas como a solução para os problemas, mas como tudo na vida, tem seus pontos positivos e negativos, portanto prefiro considerá-las como boas práticas e extrair o que cada uma tem para nos ensinar e agregar como melhoria nas empresas e a partir daí, criar uma metologia própria, que atende às nossas necessidades e as dos clientes e que deve ser aperfeiçoada constantemente.














